sábado, 1 de julho de 2017
[Nova Parceira] Bernadete Estanini
Bernadete Estanini é uma escritora que vive em São Paulo com sua família. Desde menina apaixonada pela leitura e escrita, sempre era indicada para concursos de redação embora com uma imaginação não muito limitada a poucas linhas na grande maioria das vezes os vencia e essa paixão adormecida reacendeu dando forma a empolgantes histórias de amor. Sua parceria comigo consiste numa troca de resenhas e divulgação de nossas primeiras obras. Ela me enviou seu livro Meu Par Ideal e eu a enviei minha obra A Melhor Corrida do Mundo. Espero que seja a primeira de várias parcerias com essa simpática autora.
sábado, 24 de junho de 2017
[Resenha] O Rio da Dúvida
Minha resenha de hoje é sobre um livro da escritora norte-americana Candice Millard chamado O Rio da Dúvida (The River of Doubt). Uma trama que conta a estória de um improvável encontro entre o ex-presidente norte-americano Theodore Roosevelt e o então coronel brasileiro Cândido Rondon.
A autora fez um belíssimo trabalho de pesquisa para contar a saga de ambos em busca de um desafio épico: mapear um rio turbulento, com percurso desconhecido, em plena Amazônia. Candice começa contando os motivos que levaram Roosevelt a entrar nessa empreitada pessoal, que custou a vida de alguns dos membros da expedição e que deixou o próprio à beira da morte. Ela descreve em detalhes aspectos da fauna e flora do local, nos levando a sentir, quase na própria pele, o drama que os famosos expedicionários passaram.
A autora fez um belíssimo trabalho de pesquisa para contar a saga de ambos em busca de um desafio épico: mapear um rio turbulento, com percurso desconhecido, em plena Amazônia. Candice começa contando os motivos que levaram Roosevelt a entrar nessa empreitada pessoal, que custou a vida de alguns dos membros da expedição e que deixou o próprio à beira da morte. Ela descreve em detalhes aspectos da fauna e flora do local, nos levando a sentir, quase na própria pele, o drama que os famosos expedicionários passaram.
A estória se inicia após uma derrota eleitoral esmagadora de Roosevelt, que concorria a um novo mandato presidencial. Em uma conferência em Buenos Aires, o ex-presidente é convencido a participar de uma expedição na Selva Amazônica, despertando a sua veia aventureira e sedenta de desafios. Além disso, seria uma ótima oportunidade de estar junto de seu filho Kermit, que morava no Brasil e, assim como seu pai, também era apreciador de façanhas que o desafiassem. Ao se encontrar com Rondon e com os outros tripulantes em terras brasileiras, eles vivem uma aventura que deixaria marcas nas vidas de todos que participaram.
A pesquisa realizada pela autora é realmente sensacional. Ela se baseou em diversos documentos da época para retratar com muita verosimilhança como se tornou intensa a amizade entre duas grandes personalidades: Roosevelt e Rondon. Também narrou com maestria a convivência diária e as diferenças culturais entre brasileiros e norte-americanos. Uma estória real de aventura, desafio e união passada em território brasileiro no início do século XX e que, sem dúvida nenhuma, merece ser lida.
A pesquisa realizada pela autora é realmente sensacional. Ela se baseou em diversos documentos da época para retratar com muita verosimilhança como se tornou intensa a amizade entre duas grandes personalidades: Roosevelt e Rondon. Também narrou com maestria a convivência diária e as diferenças culturais entre brasileiros e norte-americanos. Uma estória real de aventura, desafio e união passada em território brasileiro no início do século XX e que, sem dúvida nenhuma, merece ser lida.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
[Crônica] Festas Juninas
E chegamos no meio do ano, época das tradicionais festas juninas. Mas você sabe como elas surgiram ? Dizem os historiadores que foi há centenas de anos na Antiga Europa e que serviam para comemorar a colheita e homenagear deusas, entre elas Juno. Por isso as festa eram chamadas "Junônias".
Devido a essa origem européia, elas chegaram ao Brasil com a colonização portuguesa. Por coincidência, os índios que aqui habitavam também realizavam festas no mês de junho e a fusão das tradições foi o estopim para as nossas festas de hoje.
Como a Igreja Católica, através dos jesuítas, assumiu a realização dessas festas, três santos passaram a ser homenageados: Santo Antônio, São Pedro e São João.
Hoje em dia temos esses festejos acontecendo em todo o território nacional, sendo que as duas festas juninas mais badaladas ocorrem em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE).
Mas agora vamos deixar um pouco de lado a origem histórica e falar das curiosidades dessas tradicionais farras. Afinal, quem nunca saboreou um quentão ou um pé-de-moleque ? E o casamento na roça ? Eu, por exemplo, já fui padre, coroinha, noivo e até pai da noiva de alguns desses "casamentos". Nunca pulei uma fogueira e nem subi num pau-de-sebo, mas já falei várias vezes a famosa palavra "anarriê" ao participar de uma quadrilha junina. E também já ganhei vários brindes nas tradicionais "pescarias".
A festa junina é um retrato cultural do nosso povo e, além de ser muito divertida, serve para guardamos recordações inocentes e bonitas da nossa infância e a voltarmos a ser crianças quando participamos dessas brincadeiras quando somos adultos.
E se você ainda vai participar de alguma festa junina nesse ano, não se esqueça de ficar atento ao maior de todos os avisos: "OLHA A COBRA !".
Devido a essa origem européia, elas chegaram ao Brasil com a colonização portuguesa. Por coincidência, os índios que aqui habitavam também realizavam festas no mês de junho e a fusão das tradições foi o estopim para as nossas festas de hoje.
Como a Igreja Católica, através dos jesuítas, assumiu a realização dessas festas, três santos passaram a ser homenageados: Santo Antônio, São Pedro e São João.
Hoje em dia temos esses festejos acontecendo em todo o território nacional, sendo que as duas festas juninas mais badaladas ocorrem em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE).
Mas agora vamos deixar um pouco de lado a origem histórica e falar das curiosidades dessas tradicionais farras. Afinal, quem nunca saboreou um quentão ou um pé-de-moleque ? E o casamento na roça ? Eu, por exemplo, já fui padre, coroinha, noivo e até pai da noiva de alguns desses "casamentos". Nunca pulei uma fogueira e nem subi num pau-de-sebo, mas já falei várias vezes a famosa palavra "anarriê" ao participar de uma quadrilha junina. E também já ganhei vários brindes nas tradicionais "pescarias".
A festa junina é um retrato cultural do nosso povo e, além de ser muito divertida, serve para guardamos recordações inocentes e bonitas da nossa infância e a voltarmos a ser crianças quando participamos dessas brincadeiras quando somos adultos.
E se você ainda vai participar de alguma festa junina nesse ano, não se esqueça de ficar atento ao maior de todos os avisos: "OLHA A COBRA !".
segunda-feira, 12 de junho de 2017
[Crônica] Dia dos Namorados
E hoje, dia 12 de junho, estamos diante de mais uma data considerada marcante, o Dia dos Namorados, tradicionalmente um dia em que os casais se presenteiam e renovam seus laços da paixão. Em outros países, como nos Estados Unidos, essa comemoração é feita no dia 14 de fevereiro e é conhecida como Valentine's Day (Dia de São Valentim).
Diz a lenda que essa comemoração surgiu no Brasil devido a atuação do frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, ele sempre falava sobre a importância do casamento e, principalmente, do amor. Graças a isso, ele ganhou a fama de “santo casamenteiro” depois de ser canonizado. Essa é a razão do Dia dos Namorados ter sido escolhido para ser na véspera do dia de Santo Antônio, que é o dia 13 de junho.
Essa é a história do Dia dos Namorados. Mas, assim como falei sobre o Dia das Mães, por que não fazer essa comemoração durante o ano inteiro ? Por que não surpreender sua namorada, de vez em quando, com um buquê de rosas, um perfume ou um jantar romântico ? É como um jardim que se for cuidado diariamente produzirá belas flores e aromas especiais. Para amar alguém precisamos de doação, cumplicidade, respeito e amizade. E quando falo isso, não me restrinjo apenas a tradicional figura do casal de namorados jovens passeando no parque. Isso pode ser representado em diversas idades e situações e pode ser visto claramente no filme "Simplesmente Amor", um dos melhores que já vi. Impossível não sair do cinema com uma imensa sensação de felicidade após assistí-lo e acreditando que a chave para a salvação do mundo é uma só: o Amor Verdadeiro.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
[Nova Parceira] Juliana Bicalho
Juliana Bicalho é uma escritora carioca, botafoguense, torcedora do San Francisco 49ers, nascida em 1989 e graduada em história. Trabalhou lecionando espanhol e com deficientes intelectuais.
É apaixonada por livros, tecnologia e jogar videogames. Seus jogos preferidos são: Assassin's Creed e Tomb Raider; também ama ver seriados e filmes.
Fã de Harry Potter, é da casa Sonserina e sempre teve como preferido o personagem Snape.
Seu primeiro livro é "Castelo da Lara- Diário de uma Princesa em Crise".
Não se inspira em nenhum autor(a) para escrever os seus livros.
Ama sentir o cheiro de livro novo e poder tocá-lo, mas não dispensa o seu Kindle.
Quer ter o máximo de contato possível com os seus leitores, assim saberá o que eles estão pensando e o que pode ser feito para melhorar sempre.
A sua parceria comigo foi me enviando alguns capítulos desse seu primeiro livro para que eu pudesse criar um texto de "Pequenas Impressões".
[Primeiras Impressões] Castelo da Lara - Diário de Uma Princesa em Crise
Chick Lit é um moderno gênero literário que trata questões das mulheres contemporâneas, geralmente com romances leves e divertidos. Esse é o caso do livro Castelo de Lara - Diário de Uma Princesa em Crise cujos primeiros capítulos recebi gentilmente da autora Juliana Bicalho.
Contado em primeira pessoa, o romance é narrado por Lara, uma jovem princesa de 21 anos que aborda temas típicos de uma mulher iniciando a fase adulta, como a relação com a familia, casamento, liberdade, entre outras coisas.
Nos primeiros capítulos somos apresentados a algumas tramas que, provavelmente, irão permear todo o livro, como a pressão da mãe de Lara para que ela se case a fim de dar uma satisfação para a sociedade, sua relação conturbada com uma tia que está hospitalizada, um admirador secreto e a dificuldade em viver sem ser reconhecida nas ruas. Essa última questão, por sinal, pode ser considerada uma metáfora para muitas jovens de hoje em dia, principalmente cantoras e atrizes teen, que também devem possuir a mesma dificuldade de transitar sem estar sendo seguida por um paparazzo.
O universo do livro é interessante, pois consiste em um reino governado por 3 reis que, segundo palavras da própria autora, cria uma espécie de Guerra dos Tronos.
Enfim, posso dizer que as minhas primeiras impressões foram boas e me deixaram bastante curioso com relação aos pontos abordados: Por que a tia de Lara entrou em coma ? Quem é seu admirador secreto ? Como será a festa que a mãe de Lara vai preparar para lhe arrumar um pretendente ? Como Lara conseguirá lidar com a fama de princesa ?
É um romance tipicamente Chick Lit, bem agradável e de fácil leitura. O livro físico está em pré-venda até o dia 28/06 no site https://www.julianabicalho.com/. E o e-book está em pré-venda na Amazon até o dia 28/07.
Contado em primeira pessoa, o romance é narrado por Lara, uma jovem princesa de 21 anos que aborda temas típicos de uma mulher iniciando a fase adulta, como a relação com a familia, casamento, liberdade, entre outras coisas.
Nos primeiros capítulos somos apresentados a algumas tramas que, provavelmente, irão permear todo o livro, como a pressão da mãe de Lara para que ela se case a fim de dar uma satisfação para a sociedade, sua relação conturbada com uma tia que está hospitalizada, um admirador secreto e a dificuldade em viver sem ser reconhecida nas ruas. Essa última questão, por sinal, pode ser considerada uma metáfora para muitas jovens de hoje em dia, principalmente cantoras e atrizes teen, que também devem possuir a mesma dificuldade de transitar sem estar sendo seguida por um paparazzo.
O universo do livro é interessante, pois consiste em um reino governado por 3 reis que, segundo palavras da própria autora, cria uma espécie de Guerra dos Tronos.
Enfim, posso dizer que as minhas primeiras impressões foram boas e me deixaram bastante curioso com relação aos pontos abordados: Por que a tia de Lara entrou em coma ? Quem é seu admirador secreto ? Como será a festa que a mãe de Lara vai preparar para lhe arrumar um pretendente ? Como Lara conseguirá lidar com a fama de princesa ?
É um romance tipicamente Chick Lit, bem agradável e de fácil leitura. O livro físico está em pré-venda até o dia 28/06 no site https://www.julianabicalho.com/. E o e-book está em pré-venda na Amazon até o dia 28/07.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
[Crônica] Wine Run - Uma Aventura nos Pampas
Nesse último final de semana fui pela primeira vez para a Serra Gaúcha, mais precisamente para a cidade de Bento Gonçalves. No final do século XIX, o Império brasileiro resolveu "europeizar" a população dessa região e milhares de imigrantes, em sua maioria italianos, acabaram povoando essa região. Devido a isso, Bento Gonçalves ficou conhecida como a terra dos vinhos devido a imensa facilidade do cultivo de uvas.
Por lá podemos fazer vários passeios, incluindo a visitação das famosas vinícolas. Por minha vez, fiz o tradicional passeio do trem Maria Fumaça que percorre as cidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e termina em Bento Gonçalves. Um passeio com muita música italiana, shows e várias degustações de vinho e espumante. Não é difícil terminar esse passeio "trocando as pernas". Posso afirmar que vale a pena.
Mas não foi só para passear que fui para lá. Tinha uma missão especial: participar de uma tradicional meia maratona de montanha chamada Wine Run. Uma desafiante corrida de 21 km que percorre o conhecido Vale dos Vinhedos indo de uma vinícola a outra.
Já na entrega dos kits tivemos uma prévia do que seria o evento. Tivemos direito a degustar espumantes (como se bebe nesse lugar!) e a reservar um delicioso jantar de massas.
No dia da prova, acordei cedo e fui com os meus colegas de equipe pegar um ônibus que nos levaria do Centro até a largada, em uma vinícola. O frio era grande, algo em torno de 10°, e fui com uma camisa térmica por baixo da minha camisa de corrida. Ficamos esperando, e quase congelando, até às 9:00 quando foi dada a largada e partimos para desbravar aquele lugar lindo. No caminho encontrei com vários amigos e passamos por paisagens cinematográficas. Era facilmente reconhecido pelos corredores locais que ao me verem todo "enfatiodado" gritavam "Vai Carioca". E também foi fácil reconhecer os atletas sulistas. Acreditem, nesse frio todo cheguei a ver um participante correndo sem camisa. Nem acreditei quando vi essa cena. Passei por terrenos com lama, paralelepípedo, terra batida e até um pouco de asfalto.
Foi uma corrida literalmente "doída" com a tremenda quantidade de subidas, algumas bem íngremes. Minhas panturrilhas estão "gritando" até agora! Apesar disso, a Organização foi impecável, com muita hidratação durante o percurso e boa sinalização dos staffs. Seu eu soubesse disso não teria ido com uma mochila de hidratação que me transformou em quase um super-herói maratonista para os outros participantes. Correndo com tanta água assim nem precisei utilizar o que era dado nos pontos de hidratação. Ao final chegamos em outra vinícola onde pudemos encontrar outros amigos, tirar fotos com todos, receber nossa merecidíssima medalha e saborear mais espumante. Definitivamente, como se bebe nessa terra ! Mas eu entendo. Não tem jeito melhor de espantar o frio que se faz por lá.
Também fiz um vídeo com alguns dos meus momentos nessa prova. É só clicar AQUI.
Por lá podemos fazer vários passeios, incluindo a visitação das famosas vinícolas. Por minha vez, fiz o tradicional passeio do trem Maria Fumaça que percorre as cidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e termina em Bento Gonçalves. Um passeio com muita música italiana, shows e várias degustações de vinho e espumante. Não é difícil terminar esse passeio "trocando as pernas". Posso afirmar que vale a pena.
Mas não foi só para passear que fui para lá. Tinha uma missão especial: participar de uma tradicional meia maratona de montanha chamada Wine Run. Uma desafiante corrida de 21 km que percorre o conhecido Vale dos Vinhedos indo de uma vinícola a outra.
Já na entrega dos kits tivemos uma prévia do que seria o evento. Tivemos direito a degustar espumantes (como se bebe nesse lugar!) e a reservar um delicioso jantar de massas.
No dia da prova, acordei cedo e fui com os meus colegas de equipe pegar um ônibus que nos levaria do Centro até a largada, em uma vinícola. O frio era grande, algo em torno de 10°, e fui com uma camisa térmica por baixo da minha camisa de corrida. Ficamos esperando, e quase congelando, até às 9:00 quando foi dada a largada e partimos para desbravar aquele lugar lindo. No caminho encontrei com vários amigos e passamos por paisagens cinematográficas. Era facilmente reconhecido pelos corredores locais que ao me verem todo "enfatiodado" gritavam "Vai Carioca". E também foi fácil reconhecer os atletas sulistas. Acreditem, nesse frio todo cheguei a ver um participante correndo sem camisa. Nem acreditei quando vi essa cena. Passei por terrenos com lama, paralelepípedo, terra batida e até um pouco de asfalto.
Foi uma corrida literalmente "doída" com a tremenda quantidade de subidas, algumas bem íngremes. Minhas panturrilhas estão "gritando" até agora! Apesar disso, a Organização foi impecável, com muita hidratação durante o percurso e boa sinalização dos staffs. Seu eu soubesse disso não teria ido com uma mochila de hidratação que me transformou em quase um super-herói maratonista para os outros participantes. Correndo com tanta água assim nem precisei utilizar o que era dado nos pontos de hidratação. Ao final chegamos em outra vinícola onde pudemos encontrar outros amigos, tirar fotos com todos, receber nossa merecidíssima medalha e saborear mais espumante. Definitivamente, como se bebe nessa terra ! Mas eu entendo. Não tem jeito melhor de espantar o frio que se faz por lá.
Também fiz um vídeo com alguns dos meus momentos nessa prova. É só clicar AQUI.
terça-feira, 9 de maio de 2017
[Crônica] Dia das Mães
Reza a lenda que o Dia das Mães foi criado como forma de incentivar as vendas do comércio em uma época de baixa procura. Posso até acreditar nisso, mas não consigo enxergar esse dia apenas pelo lado comercial. Acho que o Dias das Mães também tem um lado afetivo, nos fazendo lembrar que nossa mãe deve ser homenageada e tratada com carinho sempre, não só nessa data. Obviamente, a figura materna, para a maioria das pessoas, sempre é lembrada de uma forma terna e afetuosa. Nesse dia, restaurantes ficam lotados e, realmente, o comércio vende bastante. Mas será que só devemos tratar a nossa mãe com carinho nessa data ? Claro que não. E não precisamos morar com ela para isso. Muitas vezes, uma simples ligação telefônica já a faz feliz, só pelo fato de ter sido lembrada. Acredito que o dever dos filhos é se preocupar com os pais na velhice deles mesmo que, por motivos de força maior, eles não possam conviver diariamente. Desejo a todos que ainda possuem mãe viva que aproveitem bastante, não só essa data, como todo o tempo que possam conviver e cuidar dela com o mesmo carinho e atenção que foram cuidados na infância de vocês. Mãe e filho simbolizam a maior relação de amor do Universo.
sábado, 6 de maio de 2017
[Crônica] Smart Run 2017 - Chegou a Minha Vez
Já faz, aproximadamente, uns 4 anos que frequento a academia Smart Fit em uma das suas unidades de Copacabana, no Rio de Janeiro. Até meados do ano passado, eu ia lá para fazer apenas musculação, uma atividade complementar necessária para que eu conseguisse praticar bem meu esporte, a corrida de rua. A Smart Fit é uma rede de academias que está presente em todo o território nacional e organiza um evento chamado Smart Run geralmente duas vezes ao ano. Esse evento é, basicamente, uma corrida indoor realizada nas esteiras ergométricas e as regras são muito simples. Consiste basicamente em ficar correndo por 20 minutos e ao final. após várias baterias com 5 corredores, os 3 que conseguirem alcançar as maiores distâncias são os vencedores, tanto na categoria masculina quanto na feminina. Os campeões de cada unidade, além de receberem uma medalha de ouro e um certificado, também ganham como prêmio a isenção de mensalidade por um mês.
No ano passado a Unidade que frequento realizou o evento apenas no mês de abril. E eu estava lá, pisando pela primeira vez nas esteira da academia. Na época só treinava corrida ao ar livre. E já tinha sido uma experiência incrível. Além de ser a primeira vez em que corria ali, eu também estava com uma contusão muito chata no músculo posterior da perna esquerda. E mesmo assim, consegui ficar em segundo lugar geral na competição, fazendo o total de 4,47 km nos 20 minutos da minha bateria. Após isso, resolvi continuar fazendo vários treinos nas esteiras de lá e, por volta de fevereiro, eu já começava a pensar na disputa de 2017.
Quando chegou o dia da disputa desse ano, no dia 27/04, eu estava bastante confiante. Me sentia muito preparado e sabia que tinha condição de ficar entre os 3 primeiros novamente. Também sabia que era perfeitamente possível fazer uma distância maior que os 4, 47 km do ano anterior. Escolhi, estrategicamente, participar da primeira bateria. O horário de largada dela seria às 7:30 da manhã e a minha estratégia era apenas que eu estaria com meu corpo descansado nesse horário, podendo ter um desempenho melhor do que participando das baterias noturnas. Também escolhi o meu tênis com melhor amortecimento e diferente dos tênis que costumo treinar nas esteiras. Tudo foi pensado em detalhes por mim. A competição seria sem inclinação na esteira e, nos últimos meses, eu estava treinando somente com inclinações elevadas, justamente para que no dia da prova as velocidades mais altas ficassem fáceis de correr.
Já no aquecimento de 5 minutos antes da disputa, aproveitei para colocar em prática outra estratégia. Coloquei a esteira na inclinação máxima e fiquei apenas caminhando. Quando começou a corrida consegui correr a 16 km/h por uns 4 minutos e só depois resolvi reduzir para 14 km/h cumprindo mais de 3 km em um ritmo ótimo. Após reduzir para 12 km/h durante um minuto para respirar, voltei para os 16 km/h. Ao final, fiz a distância de 4,79 km, superando em muito a minha marca anterior. Fui para casa confiante que estaria no pódio.
Alguns dias depois recebi uma maravilhosa notícia: eu fui o campeão daquela edição da Unidade. Isso além de me deixar muito feliz, serviu para me comprovar que estava vivendo o meu melhor ano como corredor, pois em março ganhei outra medalha de ouro em uma corrida na areia. E também serve para comprovar o que sempre falo para os meus seguidores. O segredo das conquistas são 3 coisas:
1) Acreditar que é possível;
2) Trabalhar ou treinar muito para o objetivo;
3) Não se abater com as dificuldades do caminho.
No ano passado a Unidade que frequento realizou o evento apenas no mês de abril. E eu estava lá, pisando pela primeira vez nas esteira da academia. Na época só treinava corrida ao ar livre. E já tinha sido uma experiência incrível. Além de ser a primeira vez em que corria ali, eu também estava com uma contusão muito chata no músculo posterior da perna esquerda. E mesmo assim, consegui ficar em segundo lugar geral na competição, fazendo o total de 4,47 km nos 20 minutos da minha bateria. Após isso, resolvi continuar fazendo vários treinos nas esteiras de lá e, por volta de fevereiro, eu já começava a pensar na disputa de 2017.
Quando chegou o dia da disputa desse ano, no dia 27/04, eu estava bastante confiante. Me sentia muito preparado e sabia que tinha condição de ficar entre os 3 primeiros novamente. Também sabia que era perfeitamente possível fazer uma distância maior que os 4, 47 km do ano anterior. Escolhi, estrategicamente, participar da primeira bateria. O horário de largada dela seria às 7:30 da manhã e a minha estratégia era apenas que eu estaria com meu corpo descansado nesse horário, podendo ter um desempenho melhor do que participando das baterias noturnas. Também escolhi o meu tênis com melhor amortecimento e diferente dos tênis que costumo treinar nas esteiras. Tudo foi pensado em detalhes por mim. A competição seria sem inclinação na esteira e, nos últimos meses, eu estava treinando somente com inclinações elevadas, justamente para que no dia da prova as velocidades mais altas ficassem fáceis de correr.
Já no aquecimento de 5 minutos antes da disputa, aproveitei para colocar em prática outra estratégia. Coloquei a esteira na inclinação máxima e fiquei apenas caminhando. Quando começou a corrida consegui correr a 16 km/h por uns 4 minutos e só depois resolvi reduzir para 14 km/h cumprindo mais de 3 km em um ritmo ótimo. Após reduzir para 12 km/h durante um minuto para respirar, voltei para os 16 km/h. Ao final, fiz a distância de 4,79 km, superando em muito a minha marca anterior. Fui para casa confiante que estaria no pódio.
Alguns dias depois recebi uma maravilhosa notícia: eu fui o campeão daquela edição da Unidade. Isso além de me deixar muito feliz, serviu para me comprovar que estava vivendo o meu melhor ano como corredor, pois em março ganhei outra medalha de ouro em uma corrida na areia. E também serve para comprovar o que sempre falo para os meus seguidores. O segredo das conquistas são 3 coisas:
1) Acreditar que é possível;
2) Trabalhar ou treinar muito para o objetivo;
3) Não se abater com as dificuldades do caminho.
terça-feira, 18 de abril de 2017
[Resenha] Contra Todas As Probabilidades
Quando a autora Renata Correa me enviou seu livro, ele veio com uma linda dedicatória que dizia, entre outras coisas, que esse era um "romance romântico". E também dizia que ela não tinha certeza se leitores homens gostavam desse estilo de livro. Pois, para mim, livro é como música. Topo ler qualquer estilo, contanto que me agrade. Costumo dizer que uma boa leitura é como tocar um instrumento musical. Quando você se dá conta, já se passaram horas e você ainda está ali se deliciando com as palavras do livro ou com as notas da canção. E por que estou falando tanto assim de música ? Porque esse é o pano de fundo do livro Contra Todas As Probabilidades, uma obra repleta de referências musicais nacionais e internacionais e que conta a improvável estória de amor entre Ana, uma jovem decoradora solitária e sonhadora, e Marcus, o mais novo ídolo musical do momento, vocalista de uma banda pop que acaba de vencer um reality show. Um livro que fala de encontros, desencontros, sensualidade e muito amor. É nítido o carinho com que Renata trata os protagonistas. Eu a conheço pouco mas me arrisco a dizer que Renata e Ana tem muitas coisas em comum, sendo uma o "alter ego" da outra. O livro possui algumas curiosidades interessantes como, por exemplo, o fato de Renata, em nenhum momento, citar o nome da cidade onde Ana reside. Isso faz com que Ana se transforme num símbolo nacional de mulheres românticas, sem se prender a sotaques ou costumes de um único Estado ou região. Outra curiosidade é que o livro é narrado em primeira pessoa pela Ana. Entretanto, em alguns capítulos, Marcus também assume esse papel de narrador. Também é nítido que Renata se inspirou no ex-vocalista da banda Malta, Bruno Boncini, para compor o personagem Marcus. Podemos ver muitas características físicas, como até o tom da voz, semelhantes entre eles. É um livro cativante, de leitura gostosa e com um final que nos faz lembrar o filme Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, mostrando que a essência do verdadeiro amor está eternamente guardada dentro do coração.
Versão dessa resenha no Youtube: clique AQUI
Book Trailer: AQUI
Esse livro poderá ser comprado AQUI.
domingo, 9 de abril de 2017
[Crônica] Rio City Half Marathon
Hoje foi dia de participar da minha terceira meia maratona. Confesso que a minha expectativa era grande para essa corrida pois nesse ano tive uma evolução grande na minha performance devido aos treinos que venho fazendo desde a primeira semana do ano. A ansiedade em participar dessa prova era tão grande que nem conseguir dormir essa noite só esperando o momento de levantar da cama e partir para o Recreio dos Bandeirantes, local onde seria a largada. Isso é só um pequeno detalhe das loucuras da vida de um corredor. Eu, por exemplo, levantei da cama às 4:50 em pleno domingo para tomar café e depois sair às 5:50. É ou não é loucura ? Mas uma loucura saudável, pois nessa hora que eu estou saindo para praticar esporte, encontro vários jovens que estão chegando em casa da noitada anterior.
O percurso da corrida seria de 21 km, e como falei anteriormente, eu iria percorrer a orla que sai de uma parte do Recreio, passando por toda a Barra da Tijuca e, finalmente, chegando a São Conrado. Quem conhece o Rio de Janeiro sabe que estou falando de paisagens verdadeiramente paradisíacas.
O percurso da corrida seria de 21 km, e como falei anteriormente, eu iria percorrer a orla que sai de uma parte do Recreio, passando por toda a Barra da Tijuca e, finalmente, chegando a São Conrado. Quem conhece o Rio de Janeiro sabe que estou falando de paisagens verdadeiramente paradisíacas.
A previsão do tempo era que o dia ficaria nublado e sujeito a chuvas. Mas não foi isso que São Pedro reservou para os corredores. O dia estava ensolarado e abafado, um verdadeiro "veranico". A largada da prova seria realizada em várias etapas dividindo os competidores em pelotões que sairiam de 10 em 10 minutos. O pelotão de elite largou pontualmente às 7:00 e o meu seria o próximo, isto é, às 7:10. Só que cheguei em cima da hora, às 7:00 e, devido as questões de necessidades fisiológicas urgentes, tive que encarar uma fila grande para usar o banheiro químico. Isso é outro perrengue que os corredores passam. Nossa vida não é fácil não. Com isso acabei largando no pelotão das 7:20. Com relação a corrida, foi uma surpresa muito agradável o meu desempenho, pois consegui ir do início ao fim sem nenhum sofrimento e no final ainda consegui dar um sprint. E tudo isso com um ritmo mais forte do que nas duas meias que eu tinha feito anteriormente. Terminei fazendo 7 minutos a menos do que a minha última meia maratona e com a nítida sensacional que ainda tinha perna para correr mais alguns quilômetros. Essa foi mais uma prova que a minha performance nesse ano estava realmente evoluindo. Para completar com chave de ouro, na chegada encontrei vários amigos e conhecidos como a minha querida maratonista Cristiane Braga e o pessoal da equipe pela qual me inscrevi para participar dessa prova, a Pé Carioca. Enfim, foi um domingo muito agradável e divertido que eu espero que aconteça novamente várias vezes.
domingo, 2 de abril de 2017
[Crônica] The Voice Kids e Valentina Francisco
Final de reality show é sempre polêmico. Eu até concordo que, assim como no futebol, ninguém chega à toa em uma decisão. Mas no caso de um reality show de música, acho que a questão é um pouco mais complicada, pois envolve torcida, gosto musical, entre outras coisas.
Vejamos, por exemplo, o que aconteceu hoje na final do The Voice Kids, um reality show para cantores de até 15 anos de idade transmitido pela Rede Globo. Eu acompanhei as primeiras etapas, aquelas que as cadeiras viram, e percebi logo de cara que havia uma menina de 11 anos que era diferenciada. Ao chegar no palco, tenho certeza que todos deveriam pensar que ela cantaria algum tema bem infantil devido a candura que a menina demonstrava ter. Mas, ao abrir a boca e soltar a voz, parecia que a pequena estava recebendo alguma entidade roqueira, devido a apresentação espetacular que ela fez para uma música do Led Zeppelin. O nome dela é Valentina Francisco e, como sou espírita kardecista e acredito em reencarnação, não me surpreenderia se algum médium me dissesse que, na verdade, essa menininha seria a própria Janis Joplin voltando para o nosso convívio. Pois bem, vários episódios se foram e acabei perdendo muita coisa devido ao horário que o programa passava, algo em torno de 13:00. Nesse horário eu geralmente estava fazendo meus treinos longões de corrida pela orla ou então almoçando fora de casa com a família. Em suma, só voltei a ver o programa na semi-final e hoje na final. E, para minha surpresa, quem ainda estava lá: a menina Valentina Francisco.
Vejamos, por exemplo, o que aconteceu hoje na final do The Voice Kids, um reality show para cantores de até 15 anos de idade transmitido pela Rede Globo. Eu acompanhei as primeiras etapas, aquelas que as cadeiras viram, e percebi logo de cara que havia uma menina de 11 anos que era diferenciada. Ao chegar no palco, tenho certeza que todos deveriam pensar que ela cantaria algum tema bem infantil devido a candura que a menina demonstrava ter. Mas, ao abrir a boca e soltar a voz, parecia que a pequena estava recebendo alguma entidade roqueira, devido a apresentação espetacular que ela fez para uma música do Led Zeppelin. O nome dela é Valentina Francisco e, como sou espírita kardecista e acredito em reencarnação, não me surpreenderia se algum médium me dissesse que, na verdade, essa menininha seria a própria Janis Joplin voltando para o nosso convívio. Pois bem, vários episódios se foram e acabei perdendo muita coisa devido ao horário que o programa passava, algo em torno de 13:00. Nesse horário eu geralmente estava fazendo meus treinos longões de corrida pela orla ou então almoçando fora de casa com a família. Em suma, só voltei a ver o programa na semi-final e hoje na final. E, para minha surpresa, quem ainda estava lá: a menina Valentina Francisco.
Hoje na decisão ela enfrentou dois meninos: Juan Carlos Poca e o campeão do Fofurômetro, o menininho Thomas Machado. E é aí que entre a questão que eu gostaria de colocar nessa crônica. No momento que se deixa a decisão do campeão apenas para a votação popular, acho que muitas coisas são levadas em conta além da capacidade artística do candidato. Critérios como: fofura, condições financeiras dos pais, local onde vive, etc. Tudo isso acaba fazendo com que o reality show de música acabe se transformando em um Big Brother. Até acho que deveria ter votação popular, mas o resultado dessa eleição deveria contar apenas como mais um voto, juntando com votos de um júri entendedor de música. Enfim, o resultado é que a minha candidata favorita, a Valentina Francisco, acabou perdendo para o Thomas "Fofucho" Machado. Mas podem ter certeza que, se um dia eu tiver que escolher o show de um dos três para assistir, com certeza será para ela que pagarei meu ingresso.
[Resenha] Não Quero Perder Você
Vamos falar agora do livro Não Quero Perder Você, do autor Sérgio Fragoso, que gentilmente me enviou um exemplar para que eu pudesse fazer uma resenha sobre o mesmo. Em estilo de folhetim, o autor usa, sem abusar, de inúmeros clichês dramáticos. Confesso que quando comecei a lê-lo fiquei com vontade de não parar mais, tamanha a clareza e o fascínio que o autor imprimiu nessa estória.
Esse livro é a sequência do livro Onde Está Você, Meu Amor ?. Entretanto, Sérgio fala, com muito propriedade, que não é necessário lê-lo antes para compreender toda a trama desse segundo livro. E ele está completamente certo, pois não necessitei de nenhuma informação relevante da estória anterior para entender todos os fatos que li.
Ambientado nos Estados Unidos, esse livro se inicia com John e Louise extremamente felizes e casados após terem vivido um tórrido início de relacionamento na obra anterior onde ela era prostituta e ele um dos seus clientes, que acaba se apaixonando. Esse belo amor se transforma, nessa continuação, em um grande drama com a descoberta de uma inesperada doença de Louise. E essa fatalidade nos faz sofrer e torcer por eles continuamente. Aqui percebemos que o amor está além de preconceitos e que ressentimentos surgidos com outras pessoas na estória anterior podem se transformar de forma inesperada em belas demonstrações de compaixão. Tramas paralelos envolvendo a irmã de Louise e um ex-amigo de John são contadas de forma leve e extremamente carinhosa por Sérgio, nos envolvendo de forma cativante em todo ambiente criado por ele.
Resumindo, se você quiser ler uma bela estória de amor e perdão, essa é a minha recomendação.
Esse livro é a sequência do livro Onde Está Você, Meu Amor ?. Entretanto, Sérgio fala, com muito propriedade, que não é necessário lê-lo antes para compreender toda a trama desse segundo livro. E ele está completamente certo, pois não necessitei de nenhuma informação relevante da estória anterior para entender todos os fatos que li.
Ambientado nos Estados Unidos, esse livro se inicia com John e Louise extremamente felizes e casados após terem vivido um tórrido início de relacionamento na obra anterior onde ela era prostituta e ele um dos seus clientes, que acaba se apaixonando. Esse belo amor se transforma, nessa continuação, em um grande drama com a descoberta de uma inesperada doença de Louise. E essa fatalidade nos faz sofrer e torcer por eles continuamente. Aqui percebemos que o amor está além de preconceitos e que ressentimentos surgidos com outras pessoas na estória anterior podem se transformar de forma inesperada em belas demonstrações de compaixão. Tramas paralelos envolvendo a irmã de Louise e um ex-amigo de John são contadas de forma leve e extremamente carinhosa por Sérgio, nos envolvendo de forma cativante em todo ambiente criado por ele.
Resumindo, se você quiser ler uma bela estória de amor e perdão, essa é a minha recomendação.
sábado, 1 de abril de 2017
[Crônica] Rock in Rio 2017
Em setembro desse ano teremos mais uma edição do Rock in Rio. Fiz questão de destacar o "in Rio" porque já tivemos Rock in Rio em Lisboa e também nos Estados Unidos. Mas agora será mais uma edição verdadeiramente carioca. Sinceramente, depois de tantas edições, não lembro qual é o número dessa. O que eu me lembro é que em 1991 (estou entregando a minha idade) fui na segunda edição desse festival. Essa edição foi a única realizada no estádio Mário Filho, mundialmente conhecido como Maracanã. Fui em apenas uma única noite para assistir o show de uma banda chamada Information Society, que eu gostava na época. Confesso que não sou muito afeito a multidões e essa foi uma das minhas poucas experiências em shows ao ar livre. Apesar de não ter ido a nenhuma dessas últimas edições realizadas na Barra da Tijuca, posso ver pela TV que a estrutura montada para o evento é suntuosa, com diversos palcos, lugares temáticos e atrações como roda-gigante e tirolesa.
Mas o que eu realmente gostaria de falar nessa crônica não é sobre o festival em si, mas sobre o estilo musical que deu origem a essa marca Rock in Rio. Não sou um especialista em música, longe disso. Costumo dizer que, em matéria de música, sou eclético, isto é, escuto de tudo (Rock, Samba, Música Clássica, Sertanejo, Heavy Metal, etc.). E, independente do estilo, se a música for agradável ao meu ouvido, com certeza vou querer escutá-la novamente. Voltando ao assunto, resolvi escrever essa crônica para falar exclusivamente de Rock. Esse estilo que nos anos 80, quando foi criado esse festival, era dominante e fazia um sucesso enorme. Hoje em dia, fica nítida a decadência do Rock em detrimento do poder comercial de outros tipos de música como o Hip Hop, Funk Melody, Sertanejo Universitário, entre outros. É triste ver que não existe uma renovação musical roqueira e que as maiores atrações do Rock in Rio 2017 são bandas que já existem há, pelo menos, uns 30 anos. É o caso do Guns and Roses, Bon Jovi, The Who e outras mais. Tenho certeza que os "velhinhos" darão conta do recado. Mas quando teremos outras atrações desse nível nascendo para mexer com as estruturas do bom e velho Rock and Roll ?
Mas o que eu realmente gostaria de falar nessa crônica não é sobre o festival em si, mas sobre o estilo musical que deu origem a essa marca Rock in Rio. Não sou um especialista em música, longe disso. Costumo dizer que, em matéria de música, sou eclético, isto é, escuto de tudo (Rock, Samba, Música Clássica, Sertanejo, Heavy Metal, etc.). E, independente do estilo, se a música for agradável ao meu ouvido, com certeza vou querer escutá-la novamente. Voltando ao assunto, resolvi escrever essa crônica para falar exclusivamente de Rock. Esse estilo que nos anos 80, quando foi criado esse festival, era dominante e fazia um sucesso enorme. Hoje em dia, fica nítida a decadência do Rock em detrimento do poder comercial de outros tipos de música como o Hip Hop, Funk Melody, Sertanejo Universitário, entre outros. É triste ver que não existe uma renovação musical roqueira e que as maiores atrações do Rock in Rio 2017 são bandas que já existem há, pelo menos, uns 30 anos. É o caso do Guns and Roses, Bon Jovi, The Who e outras mais. Tenho certeza que os "velhinhos" darão conta do recado. Mas quando teremos outras atrações desse nível nascendo para mexer com as estruturas do bom e velho Rock and Roll ?
[Novo Parceiro] Lucas Chagas
Natural de Recife, Lucas Chagas se formou em engenharia agrícola e ambiental pela UFRPE. Sempre teve gosto pela leitura e já na terceira série do ensino fundamental ganhou um prêmio de melhor frase com o tema “natureza”. Seu conto intitulado “O Gatilho” foi contemplado no 4.º Concurso de Contos e Poesias da UFRPE, e esse livro será publicado em breve. Ele também é autor do romance A Ideia, sendo que foi através desse livro que uma parceria foi feita comigo. Lucas me enviou esse seu livro e recebeu minha obra A Melhor Corrida do Mundo.
quinta-feira, 30 de março de 2017
[Nova Parceira] Renata Correa
Renata Correa mora em Uberlândia (MG). É médica oftalmologista por formação e uma apaixonada pela escrita, pelas estórias de amor e, principalmente, pelos finais felizes.
Uma romântica incorrigível, possui o blog renatacorreaescritora.blogspot.com.br.
É autora de 4 romances (alguns inéditos), sendo que sua obra de estréia é o livro Contra Todas As Probabilidades. E é através dessa obra que realizei uma parceria com ela, na qual farei, em breve, uma resenha desse livro e ela fará outra do meu livro A Melhor Corrida do Mundo.
Renata, é uma honra ter você como parceira do meu blog.
Uma romântica incorrigível, possui o blog renatacorreaescritora.blogspot.com.br.
É autora de 4 romances (alguns inéditos), sendo que sua obra de estréia é o livro Contra Todas As Probabilidades. E é através dessa obra que realizei uma parceria com ela, na qual farei, em breve, uma resenha desse livro e ela fará outra do meu livro A Melhor Corrida do Mundo.
Renata, é uma honra ter você como parceira do meu blog.
terça-feira, 28 de março de 2017
[Novo Parceiro] Sérgio Fragoso
Sérgio Fragoso é graduado em Administração, trabalha na Universidade do Estado de Mato Grosso – Unemat, atua na Biblioteca do Campus desde o ano de 2005. Primeiramente publicou alguns livros de informatica básica e decidiu começar a escrever romances publicando o seu primeiro livro “Onde esta você, meu amor” no ano de 2015 e na sequencia "Não quero perder você,” e “Quando eu te conheci”. Vive no Brasil com esposa e um casal de filhos. Tive o prazer de realizar uma parceria com ele. Sérgio comprou meu livro "A Melhor Corrida do Mundo" e eu comprei sua obra "Não Quero Perder Você". Combinamos que ambos iríamos fazer uma resenha da obra do outro nos nossos respectivos blogs e também na rede social Skoob.
[Nova Parceira] Amanda Caldas
Amanda Caldas é blogueira, música e aspirante a jornalista. Seu blog Fonte Literária divulgou minha obra A Melhor Corrida do Mundo e me colocou sendo um dos autores parceiros dele. Amanda é formada em Auxiliar de Produção Gráfica, possui 16 anos e é apaixonada por livros. É uma honra para mim ter como ela como uma das minhas primeiras incentivadoras.
sábado, 25 de março de 2017
[Resenha] 827,16 KM - O Tamanho de Um Sonho
Márcio Villar é um ultramaratonista brasileiro conhecido, principalmente, pelos praticantes de corrida de rua por ter realizado façanhas verdadeiramente inacreditáveis. Uma ultramaratona é uma prova para poucos, devido ao percurso ser composto por distâncias enormes com obstáculos grandiosos. Pois o Márcio, além de ter participado de várias, ainda resolveu criar desafios pessoais dobrando e até triplicando essas distâncias. Isso em ambientes inóspitos como o calor de um deserto ou uma nevasca muito abaixo de 0° C. Além disso, alguns desses desafios também possuem um caráter filantrópico ajudando várias instituições como o Inca e o hospital Pró-Cardíaco. Por tudo isso, posso dizer que tenho orgulho em conhecer pessoalmente esse cara que, se não fosse brasileiro, com certeza já seria muito famoso e milionário. Também tenho a honra de ter meu livro A Melhor Corrida do Mundo sendo vendido na loja dele, no Shopping Barra Square.
Foi então que o Márcio resolveu contar essa estórias para o mundo inteiro através do seu primeiro livro Desafiando Limites. No entanto, em junho de 2015 ele realizou a sua maior conquista. Ele bateu o recorde mundial de corrida em esteira fazendo, nada mais nada menos, do que 827,16 km em apenas 7 dias. Essa marca fez com que ele entrasse para o Guinness Book, E é essa estória que está sendo contada no seu segundo livro: 827,16 km - O Tamanho de Um Sonho.
Nessa obra, temos acesso a tudo o que se passou durante esses 7 dias. Foram momentos de dores físicas e superação psicológica misturadas com momentos de alegria proporcionados por pessoas que compartilharam a realização desse sonho com ele. Infelizmente não tive o prazer de presenciar esse momento histórico mas vários amigos e conhecidos meus tiveram. O livro também narra flashbacks contando como Márcio começou a sonhar com esse desafio e como ele chegou até a derradeira semana. Considero uma estória imperdível, digna de um roteiro de filme concorrente ao Oscar.
Foi então que o Márcio resolveu contar essa estórias para o mundo inteiro através do seu primeiro livro Desafiando Limites. No entanto, em junho de 2015 ele realizou a sua maior conquista. Ele bateu o recorde mundial de corrida em esteira fazendo, nada mais nada menos, do que 827,16 km em apenas 7 dias. Essa marca fez com que ele entrasse para o Guinness Book, E é essa estória que está sendo contada no seu segundo livro: 827,16 km - O Tamanho de Um Sonho.
Nessa obra, temos acesso a tudo o que se passou durante esses 7 dias. Foram momentos de dores físicas e superação psicológica misturadas com momentos de alegria proporcionados por pessoas que compartilharam a realização desse sonho com ele. Infelizmente não tive o prazer de presenciar esse momento histórico mas vários amigos e conhecidos meus tiveram. O livro também narra flashbacks contando como Márcio começou a sonhar com esse desafio e como ele chegou até a derradeira semana. Considero uma estória imperdível, digna de um roteiro de filme concorrente ao Oscar.
sexta-feira, 24 de março de 2017
[Crônica] Nunca Desista dos Seus Sonhos
Há 12 anos atrás comecei a correr devido a recomendações médicas. Recomendações que soaram quase como ameaças. Meu condicionamento era tão precário que a velocidade máxima na qual eu corria nos meus primeiros treinos, onde eu ficava "esbaforido", hoje eu uso apenas para aquecer. Enfim, se naquela época algum viajante do futuro viesse me falar que dali a 12 anos eu seria um organizador de corrida, que já teria feito mais de uma meia maratona, escrever um livro e que eu iria ganhar uma medalha de ouro por ficar em primeiro lugar na minha faixa etária em uma corrida na areia fofa, com certeza eu iria rir da cara dele. Essas coisas para mim eram inimagináveis e nem posso dizer que eu sonhava com isso, pois jamais pensava ser possível para mim conseguir tais façanhas. Pois o destino se encarregou de me mostrar que, quando a gente quer mudar de vida e acredita fielmente no que está fazendo, os resultados surgem espontaneamente. É como diz aquela famosa frase do livro O Alquimista: "Quando você quer muito uma coisa, o Universo conspira a favor disso". Hoje eu organizo um evento de corrida que existe há 10 anos, já fiz 2 meia maratonas, acabo de publicar meu primeiro livro e, no dia 20/03/2017 recebi da Organização da corrida do Rei e Rainha do Mar a medalha de ouro de primeiro lugar na minha faixa etária. Isso aconteceu devido a uma atualização feita por eles nos resultados das provas daquele dia. Eu já estava contente em ter ficado em segundo lugar, mas essa medalha de ouro vai ficar guardada para sempre na minha memória. Se eu pudesse, eu mesmo gostaria de ser aquele viajante do futuro e mostrar para mim mesmo no que eu me transformei.
sábado, 18 de março de 2017
[Resenha] Correr
Algumas pessoas já sabem que, além de escritor, também sou corredor de rua. Pratico esse esporte desde 2005 e já participei de diversas provas, entre elas algumas corridas de aventura e várias meias-maratonas. Já falei um pouco sobre isso no meu livro A Melhor Corrida do Mundo e também em algumas crônicas no meu blog. E o fato de ser atleta foi um dos motivos que me levou a conhecer o livro Correr, do autor Dráuzio Varella.
Dráuzio, conhecido por suas aparições no programa Fantástico da Rede Globo, é médico oncologista e autor de várias obras, sendo algumas as famosas e polêmicas Estação Carandiru e Carcereiros. Eu já sabia que Dráuzio era maratonista, mas minha grande surpresa foi descobrir, através desse livro, que ele se tornou praticante da prova mais tradicional do atletismo a partir (pasmem!) dos 50 anos.
Nessa obra Dráuzio nos traz, com riqueza de detalhes e excelente humor, um relato de suas participações em maratonas por diversos lugares do mundo. Narra fatos pitorescos acontecidos durante alguns treinos, também em lugares diferentes. Nesses treinos o autor nos apresenta certas reflexões sobre as cidades e também sobre a alma humana. O relato que ele fez sobre sua primeira maratona é verdadeiramente delicioso e divertido.
Além disso tudo, nessa obra ficamos sabendo um pouco da história desse esporte com sua suposta origem na Grécia Antiga e o famoso episódio do soldado que correu 42 quilômetros para enviar um comunicado sobre a vitória da sua tropa na guerra. Assumindo seu papel de médico, o autor nos fala sobre os benefícios da corrida para nossa saúde e os malefícios que atitudes erradas ao praticá-las podem vir a comprometer uma vida saudável.
Para quem pratica corrida de rua, como eu, acredito que essa seja uma leitura obrigatória. Mas também poderão apreciar esse livro as pessoas que apenas desejam ter uma vida saudável ou até mesmo estejam curiosas para conhecer esse outro lado do Doutor Dráuzio.
Dráuzio, conhecido por suas aparições no programa Fantástico da Rede Globo, é médico oncologista e autor de várias obras, sendo algumas as famosas e polêmicas Estação Carandiru e Carcereiros. Eu já sabia que Dráuzio era maratonista, mas minha grande surpresa foi descobrir, através desse livro, que ele se tornou praticante da prova mais tradicional do atletismo a partir (pasmem!) dos 50 anos.
Nessa obra Dráuzio nos traz, com riqueza de detalhes e excelente humor, um relato de suas participações em maratonas por diversos lugares do mundo. Narra fatos pitorescos acontecidos durante alguns treinos, também em lugares diferentes. Nesses treinos o autor nos apresenta certas reflexões sobre as cidades e também sobre a alma humana. O relato que ele fez sobre sua primeira maratona é verdadeiramente delicioso e divertido.
Além disso tudo, nessa obra ficamos sabendo um pouco da história desse esporte com sua suposta origem na Grécia Antiga e o famoso episódio do soldado que correu 42 quilômetros para enviar um comunicado sobre a vitória da sua tropa na guerra. Assumindo seu papel de médico, o autor nos fala sobre os benefícios da corrida para nossa saúde e os malefícios que atitudes erradas ao praticá-las podem vir a comprometer uma vida saudável.
Para quem pratica corrida de rua, como eu, acredito que essa seja uma leitura obrigatória. Mas também poderão apreciar esse livro as pessoas que apenas desejam ter uma vida saudável ou até mesmo estejam curiosas para conhecer esse outro lado do Doutor Dráuzio.
terça-feira, 14 de março de 2017
[Crônica] Meu Primeiro Pódio
Como muitos já sabem, sou corredor de rua há 12 anos e busco melhorar e me aprimorar durante todo o ano. No dia 12/03/2017 conquistei, pela primeira vez na minha carreira de corredor amador, um lugar no pódio de uma corrida na minha cidade, o Rio. Eu já havia conseguido um lugar em outro pódio, uns quatro anos atrás, quando participei de uma corrida de 5 km em Nova Friburgo. Mas naquela oportunidade só fiquei sabendo disso dias depois e não recebi nenhum prêmio extra. Dessa vez a colocação foi a mesma daquela outra corrida, segundo colocado na minha faixa etária, mas a estória foi outra. Recebi, além da medalha de participação, uma medalha de prata pela minha conquista no próprio dia do evento. É uma alegria ímpar ver o resultado de tanto esforço nos treinos ser premiado e reconhecido.
Falando um pouco sobre esse dia 12/03, ele começou de uma forma estranha. Apesar de estarmos no verão carioca, o início da manhã daquele domingo estava com uma neblina que parecia o famoso "fog" londrino. A corrida seria na praia do Leblon e, ao chegar lá, eu mal conseguia enxergar a areia, quiçá as ondas do mar. Uma amiga minha que também participou do evento postou uma foto no Facebook com a seguinte legenda: Brumas de Avalon.
Minha prova seria de apenas 2 km. Qualquer corredor que se preze iria desdenhar dessa distância, mas eles não sabiam, ou não queriam saber, de 3 coisas importantes. Em primeiro lugar, na véspera eu havia treinado "apenas" 16 km. Em segundo lugar, eu não iria correr sozinho e teria vários concorrentes também desejando chegar na frente. E, por último, a prova não seria no asfalto e sim na areia fofa. Aliás, a areia podia ser fofa, mas a corrida não foi nem um pouco. Quando ela começou, embiquei logo para o lado direito onde a areia era um pouco mais dura e tentei ser o mais rápido que pude pois sabia que o retorno seria na parte mais fofa ainda. Isso tudo com aquele nevoeiro que eu falei onde eu não conseguia enxergar os outros corredores na minha frente. Era um cenário surreal, parecia filme de suspense onde um monstro poderia surgir a qualquer momento. Quando eu estava no final da corrida, na parte mais fofa da areia, tropecei e quase caí. Mas consegui me manter de pé e senti que havia feito uma boa prova. Fiquei aguardando e conversando com alguns amigos quando um deles me chamou para ficar perto do mural aonde seriam afixados os tão esperados resultados pelas faixas etárias. Os resultados gerais já tinham saído e os vencedores já tinham sido premiados há muito tempo. Fiquei conversando com outros amigos que estavam lá também aguardando para saberem se seriam agraciados ou não. Estavam lá o Mônaco, um corredor muito gente boa e muito rápido também. Também estava lá a Iracilda, uma corredora que é uma figuraça, também super gente boa e que já havia lido meu livro. Os dois são fãs de carteirinha da Drunks. Ficamos ali conversando até que o tão esperado resultado surgiu. Iracilda não foi premiada, mas eu e Mônaco vimos que ficamos em segundo lugar nas nossas respectivas faixas etárias e com isso teríamos direito a uma medalha adicional. Ele já estava acostumado a ganhar, mas para mim foi um dia inesquecível pois era a primeira vez que eu voltava para casa com duas medalhas no peito. Ah, antes que eu me esqueça, o resultado demorou tanto para sair que quando ele foi divulgado a neblina já tinha ido embora e o Sol surgiu inclemente para me deixar bronzeado e feliz.
Falando um pouco sobre esse dia 12/03, ele começou de uma forma estranha. Apesar de estarmos no verão carioca, o início da manhã daquele domingo estava com uma neblina que parecia o famoso "fog" londrino. A corrida seria na praia do Leblon e, ao chegar lá, eu mal conseguia enxergar a areia, quiçá as ondas do mar. Uma amiga minha que também participou do evento postou uma foto no Facebook com a seguinte legenda: Brumas de Avalon.
Minha prova seria de apenas 2 km. Qualquer corredor que se preze iria desdenhar dessa distância, mas eles não sabiam, ou não queriam saber, de 3 coisas importantes. Em primeiro lugar, na véspera eu havia treinado "apenas" 16 km. Em segundo lugar, eu não iria correr sozinho e teria vários concorrentes também desejando chegar na frente. E, por último, a prova não seria no asfalto e sim na areia fofa. Aliás, a areia podia ser fofa, mas a corrida não foi nem um pouco. Quando ela começou, embiquei logo para o lado direito onde a areia era um pouco mais dura e tentei ser o mais rápido que pude pois sabia que o retorno seria na parte mais fofa ainda. Isso tudo com aquele nevoeiro que eu falei onde eu não conseguia enxergar os outros corredores na minha frente. Era um cenário surreal, parecia filme de suspense onde um monstro poderia surgir a qualquer momento. Quando eu estava no final da corrida, na parte mais fofa da areia, tropecei e quase caí. Mas consegui me manter de pé e senti que havia feito uma boa prova. Fiquei aguardando e conversando com alguns amigos quando um deles me chamou para ficar perto do mural aonde seriam afixados os tão esperados resultados pelas faixas etárias. Os resultados gerais já tinham saído e os vencedores já tinham sido premiados há muito tempo. Fiquei conversando com outros amigos que estavam lá também aguardando para saberem se seriam agraciados ou não. Estavam lá o Mônaco, um corredor muito gente boa e muito rápido também. Também estava lá a Iracilda, uma corredora que é uma figuraça, também super gente boa e que já havia lido meu livro. Os dois são fãs de carteirinha da Drunks. Ficamos ali conversando até que o tão esperado resultado surgiu. Iracilda não foi premiada, mas eu e Mônaco vimos que ficamos em segundo lugar nas nossas respectivas faixas etárias e com isso teríamos direito a uma medalha adicional. Ele já estava acostumado a ganhar, mas para mim foi um dia inesquecível pois era a primeira vez que eu voltava para casa com duas medalhas no peito. Ah, antes que eu me esqueça, o resultado demorou tanto para sair que quando ele foi divulgado a neblina já tinha ido embora e o Sol surgiu inclemente para me deixar bronzeado e feliz.
[Resenha] De Volta ao Mosteiro
A minha resenha de hoje é do livro De Volta ao Mosteiro, do consagrado autor James C. Hunter. Essa obra é continuação do famoso best-seller O Monge e o Executivo, que tive o prazer de ler alguns anos atrás. Nessa continuação o autor volta a frisar as importantes características para se exercer com sucesso uma função de liderança, seja na vida pessoal quanto na profissional.
A história basicamente segue o mesmo roteiro do livro anterior em que os personagens se reúnem novamente num mosteiro para passar um final de semana capitaneados pelo ex-executivo de sucesso e agora monge conhecido como Simeão. O protagonista, mais uma vez, é o executivo John Daily, que volta frustrado ao mosteiro por não ter conseguido aplicar as técnicas apresentadas previamente por Simeão e que busca uma forma de tentar entender a razão desse fracasso. Essa volta aconteceu após um pacto dos mesmos participantes da primeira reunião, que ocorreu 2 anos antes dessa nova estória. Nesse pacto, eles combinaram que se reuniriam 2 anos depois para discutir se conseguiram ou não mudar suas vidas com o que aprenderam naquele final de semana. Para surpresa geral, apenas um dos participantes, o Sargento Greg, conseguiu se transformar. Greg, na primeira reunião, era um sujeito severo e opressor. Já nesse novo encontro demonstrou e contou fatos que comprovaram sua transformação num verdadeiro líder. Por outro lado, podemos dizer que o vilão dessa nova estória é o Pastor Lee, que se tornou uma pessoa cética quanto as assuntos discutidos, acabando por entrar em conflito direto com Daily.
A história basicamente segue o mesmo roteiro do livro anterior em que os personagens se reúnem novamente num mosteiro para passar um final de semana capitaneados pelo ex-executivo de sucesso e agora monge conhecido como Simeão. O protagonista, mais uma vez, é o executivo John Daily, que volta frustrado ao mosteiro por não ter conseguido aplicar as técnicas apresentadas previamente por Simeão e que busca uma forma de tentar entender a razão desse fracasso. Essa volta aconteceu após um pacto dos mesmos participantes da primeira reunião, que ocorreu 2 anos antes dessa nova estória. Nesse pacto, eles combinaram que se reuniriam 2 anos depois para discutir se conseguiram ou não mudar suas vidas com o que aprenderam naquele final de semana. Para surpresa geral, apenas um dos participantes, o Sargento Greg, conseguiu se transformar. Greg, na primeira reunião, era um sujeito severo e opressor. Já nesse novo encontro demonstrou e contou fatos que comprovaram sua transformação num verdadeiro líder. Por outro lado, podemos dizer que o vilão dessa nova estória é o Pastor Lee, que se tornou uma pessoa cética quanto as assuntos discutidos, acabando por entrar em conflito direto com Daily.
De todos que retornaram ao mosteiro, Daily foi o que estava com maior sentimento de frustração pois, na primeira vez, saiu com muita esperança de conseguir mudar sua vida. No início parecia que isso era possível, mas tempos depois não conseguiu administrar a montanha de problemas que surgiu nos campos profissional e pessoal. Simeão percebeu isso e, com sua genialidade nata, deu uma atenção especial a ele.
Leitura recomendadíssima a todos que estão procurando um crescimento no relacionamento inter-pessoal e que exercem uma posição de comando onde quer que seja.
[Crônica] Minha Primeira Obra
É simplesmente indescritível quando temos a oportunidade de realizar um sonho. E isso ocorreu em novembro de 2016 quando publiquei meu primeiro livro, chamado A Melhor Corrida do Mundo. Esse livro foi escrito em parceria com Wiliam Cruz, um amigo que fiz em um evento que organizo há vários anos. É isso mesmo. Além de blogueiro também sou escritor, organizador de eventos e corredor de rua.
Esse livro tem duas estórias. A primeira, contada por mim, conta a saga de um homem sedentário, se sentindo solitário e que, após participar de uma corrida de confraternização, passa a ter seguidas transformações na sua vida. A segunda, de autoria do Wiliam, fala a respeito de um um outro homem, extremante romântico, que fala de suas paixões tendo como pano de fundo esse mesmo evento contado na estória anterior.
Com pitadas de humor, drama e romance, é um livro motivacional e inspirador, procurando mostrar para as pessoas que é possível construir novos horizontes seguindo o caminho que o destino vai preparando para elas.
Gostou ? Então compre esse livro AQUI.
Book Trailer: Clique AQUI
Skoob: Clique AQUI
Resenhas:
- Fonte Literária
- Eu, Meus Livros e Você
- Renata R. Corrêa no Mundo das Palavras
Esse livro tem duas estórias. A primeira, contada por mim, conta a saga de um homem sedentário, se sentindo solitário e que, após participar de uma corrida de confraternização, passa a ter seguidas transformações na sua vida. A segunda, de autoria do Wiliam, fala a respeito de um um outro homem, extremante romântico, que fala de suas paixões tendo como pano de fundo esse mesmo evento contado na estória anterior.
Com pitadas de humor, drama e romance, é um livro motivacional e inspirador, procurando mostrar para as pessoas que é possível construir novos horizontes seguindo o caminho que o destino vai preparando para elas.
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